Blog do Edgar Ribeiro: Blog dos Sarney incentiva e diz que parte da população quer João Alberto na SSP para mais execuções.

domingo, 10 de novembro de 2013

Blog dos Sarney incentiva e diz que parte da população quer João Alberto na SSP para mais execuções.

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Conhecido por criar um ESQUADRÃO DA MORTE quando esteve na Secretaria de Segurança Pública, João Alberto decretou a Operação ‘Tigre, incumbida de matar e executar quem fosse classificado como bandido.

Bastava ir na polícia e dize: ‘Fulano é bandido’. Depois de algum tempo, os policiais pegavam o sujeito e simplesmente matavam. Bastava ter amizades na polícia ou apadrinhado político para se livrar de algum desafeto”.

Não se sabe até hoje – e talvez nunca se saiba com exatidão – quantas pessoas foram executadas pela “Operação Tigre” do governador João Alberto. De acordo com o advogado Josemar Pinheiro, também ex-presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB, que enviou à Organização das Nações Unidas (ONU) dados sobre a operação, mais de 100 pessoas foram assassinadas pela polícia nos pouco mais de quatro meses em que os PMs pistoleiros atuaram na região de Imperatriz.

Sabe-se que bandidos notórios sucumbiram crivados de balas, mas muita gente com ficha policial limpa – ou na condição de meros suspeitos – também foi morta. Entre eles, os irmãos Noleto.


João Alberto deu uma espécie de “licença para matar” a seu subsecretário de Segurança Pública, o delegado classe especial Luís de Moura Silva (hoje condenado por chefiar o crime organizado no Estado) e ao coronel José Rui Salomão Rocha (morto em novembro do ano passado, em Fortaleza, em conseqüência de um enfarte).

EXECUÇÕES TAMBÉM EM SÃO LUÍS

Centenas de policiais vieram de São Luís a Imperatriz de trem. E não tardou para a “Operação Tigre” mostrar a que viera. A partir de junho de 1990, raro era o dia em que pelo menos dois corpos com sinais claros de execução não aparecessem em alguma parte da cidade.

O diretor do Sindicato dos Jornalistas de Imperatriz (Sindijori), Daniel Souza, que na época era repórter policial do jornal local “O Progresso”, juntou um “acervo” de mais de 70 fotos de cadáveres – só de pessoas mortas com características de execução na época da “Tigre”.

Fonte: Jornal Pequeno

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