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terça-feira, 26 de novembro de 2013

COMO FEZ NA DITADURA, A OAB COMETE MAIS UM ERRO HISTÓRICO.

"Várias entidades saudaram o golpe de 64, inclusive a OAB. Equivocadamente, a OAB não foi contrária ao golpe". Afirmação de presidente da OAB Cezar Brito em entrevista à Folha Online em 13/12/2008 (CONFIRA AQUI).

A OAB se omitiu por 10 anos diante das atrocidades da ditadura. Apenas no final da luta pela redemocratização do país é que a OAB deu a cara para dizer que era contra. Tarde demais, os brasileiros já tinham sido massacrados ás vistas da corporação OAB.

AGORA A OAB SAI EM DEFESA DA CORRUPÇÃO AO LADO DO PT, QUANDO SE POSICIONA FAVORÁVEL AOS MENTORES E EXECUTORES DO MAIOR ESQUEMA DE CORRUPÇÃO DO PAÍS ARTICULADO NAS DEPENDÊNCIAS DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA E NOS CORREDORES DA CÂMARA FEDERAL.



A OAB é uma corporação em que parte da membresia é o braço da corrupção no Judiciário como se ver nos noticiários e revelações de uma Ministra da Justiça (CONFIRA AQUI).

Essa mesma OAB agora comete mais um erro histórico  ao entrar na campanha do PT para desmoralizar um negro que teve a coragem de enfrentar a força da corrupção desse partido que preside o país e contrariar interesses outros de grupos que alimentam a corrupção no país.

A armação consiste em desmoralizar o presidente do STF e do CNJ, pedindo a apuração de regularidade da substituição de magistrado da Vara de Execuções Criminais que cuida da execução das penas dos condenados do mensalão.

Denegrir a pessoa do Ministro Joaquim Barbosa é o objetivo principal para livrar os condenados do mensalão, reforçando a prática da corrupção institucionalizada nos poderes constituídos do país e disseminada no seio da população.

A justiça Federal de Brasilia já informou que nenhuma irregularidade foi cometida e nenhum interferência do presidente do STF.

A OAB continua sendo apenas uma corporação de interesses particulares de seus membros, agindo aqui e acolá com alguma ação social tardia para disfarçar seus reais objetivos: o controle da entrada de novos advogados e a mercantilização do ensino jurídico no Brasil, além de outros interesses escusos acobertados pelo poder da corporação que ao longo da história tem altos e baixos em seus aspectos morais e éticos.

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