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sexta-feira, 15 de novembro de 2013

OS ESQUEMAS QUE MANTÉM O PT NO PODER PELO VIÉS DA CORRUPÇÃO.

O financiamento político organizado pelo PT para corromper parlamentares e garantir apoio ao governo Lula no Congresso é o que chamam de MENSALÃO.

Os condenados estarão longe de cumprir suas penas como cumprem os demais criminosos pobres deste país. O judiciário brasileiro simulará o cumprimento de pena dessa gente. Quem viver verá.


O MENSALÃO acontece até hoje por outros vieses.

Após a descoberta do Mensalão, o líder Lula é salvo pelo PMDB e a este se associa para criarem UM OUTRO ESQUEMA DE MANUTENÇÃO NO PODER: O desvio de recursos públicos mediante contratos nacionais e internacionais.

O novo esquema favoreceu o PMDB e garantiu a eleição de Dilma. Foi revelado pelo ex-diretor da BR Distribuidora João Augusto Rezende Henrique.



A denúncia que consta da Revista Época é a de que era cobrada propina para fechar contratos com a Petrobrás e diz que dinheiro foi para deputados – e até para a campanha presidencial. “Do que eu ganhasse (nos contratos intermediados com a Petrobras), eu tinha de dar para o partido (PMDB). Era o combinado, um percentual que depende do negócio”, diz o ex-diretor da BR Distribuidora João Augusto Rezende Henrique.

Dinheiro do esquema abasteceu o caixa 2 da campanha da Dilma em 2010. Temer tinha uma "beirada", segundo o tal operador. E o presidente da Câmara também estava na partilha".

De acordo com João Augusto, o dinheiro servia para pagar campanhas ou para encher os bolsos dos deputados. O restante, diz ele, era repartido entre ele próprio e seus operadores na Petrobras – os responsáveis pelo encaminhamento dos contratos”.

Segundo a reportagem, o dinheiro arrecadado seguia para os dez deputados do PMDB em Minas, entre eles o atual ministro da Agricultura, Antonio Andrade, e o presidente da Comissão de Finanças da Câmara, João Magalhães. O dinheiro também teria ido para o secretário das Finanças do PT, João Vaccari, que teria recebido o equivalente a US$ 8 milhões durante a campanha presidencial de Dilma Rousseff em 2010. Estes recursos teriam sido pagos pela Odebrecht, em razão de um contrato bilionário fechado na área internacional da Petrobras.

ESSA DENÚNCIA FOI ABAFADA.


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