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segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

O MORAL DO MARANHENSE É MUITO BARATA.

Um cidadão de Imperatriz compareceu a uma agência do Banco do Brasil no dia 26 de abril de 2010 para efetuar o pagamento de um boleto bancário.

Ele chegou na Agência por volta das 14h e só foi atendido apenas às 18h:42min. Ficou quase 5 horas na fila enquanto o Banco do Brasil engordava seus lucros em cima do mau atendimento à população (é mau mesmo, de maldade). 

O cliente ajuizou a ação relatando a desmoralização à sua pessoa e disse também que a população de Imperatriz tem um atendimento bancário deficitário, especialmente nos bancos públicos, pela falta de funcionários.

A JUÍZA DESMORALIZOU AINDA MAIS O CLIENTE DO BB.

A juíza da 1ª Vara Cível da comarca de Imperatriz, Ana Lucrécia Reis, disse que quase 5 horas numa fila de banco é apenas um contratempo. (isto porque não foi ela quem ficou na fila). Ela disse: “Ele não foi vítima de dano moral por parte do banco"

O cliente recorreu para o TJMA. Ao analisar o recurso, os desembargadores da 2ª Câmara Cível reformaram a sentença e decidiram condenar o Banco do Brasil a indenizar o cliente em apenas em R$ 2 mil.

Desembargadora Nelma Sarney  recusou os argumentos
do Banco, mas estabeleceu uma indenização simbólica 
Apesar da relatora do Recurso, a Desembargadora Nelma Sarney, ter recusado os argumentos do banco de que facilita a rapidez no atendimento por meio dos caixas eletrônicos e ter dito que “A espera na fila impõe cansaço físico e emocional à pessoa, é fato aviltante e afrontoso à dignidade”, a indenização estipulada é mais um incentivo do que punição ao Banco do Brasil, que continua nas mesmas práticas de desrespeito à população.

Isto tudo porque a moral dos maranhenses é muito barata e R$ 2 mil para o BB é esmola.

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