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sexta-feira, 6 de março de 2015

O DESESPERO DE UM CORRUPTO: incluído como um dos participantes das propinas devassadas pela Polícia Federal, Renan Calheiros critica o MPF e quer ter acesso a processo no STF antes do tempo.

Prestes a ser revelado mais um dos vários crimes de Renan Calheiros, ele se desespera e parte para críticas ao MPF. O abusado Senador queria ser consultado antes do Ministério Público enviar a lista para o STF. Vê se pode!!


Será mais um crime para sua coleção?
Se a maioria dos brasileiros enxergassem um palmo à frente do nariz e não se deixasse manipular tão facilmente, os representantes dos poderes, não seriam pessoas acusadas de crimes terríveis contra a nação brasileira.


O ROSÁRIO DE CRIMES DE RENAN CALHEIROS, PRESIDENTE DO PODER QUE FAZ LEIS:

CRIME AMBIENTAL 

Em novembro de 2012, o Ministério Público ajuizou uma ação civil pública contra Renan e contra a Agropecuária Alagoas, que pertence ao senador, acusando-os de causar dano ambiental ao pavimentar com paralelepípedos, sem autorização, uma estrada de 700 metros dentro da estação ecológica Murici, administrada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). A estrada liga a Fazenda Alagoas, de propriedade do grupo de Renan, à principal rodovia que corta o estado, a BR-101. 

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IMPROBIDADE 
Inquérito do STF investiga se o senador praticou improbidade administrativa e tráfico de influência. De acordo com a Procuradoria-geral da República, o material que embasou a investigação teria chegado ao Ministério Público Federal (MPF) em 2009. O caso, que está em segredo de Justiça, chegou ao Supremo em julho de 2010. No mês seguinte, o então presidente do STF, ministro Cezar Peluso, determinou a distribuição do pedido do procurador para um relator na Corte. 

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NOTAS FRIAS 
Outro inquérito investiga se teve despesas pessoais e da ex-amante Mônica Veloso pagas por lobista de uma empreiteira. Em 2007, a revista “Veja” divulgou que um lobista da Mendes Júnior, Cláudio Gontijo, pagava o aluguel de R$ 4.400 mensais de um apartamento onde morava a jornalista com as duas filhas. O lobista, segundo a denúncia, também pagava R$ 12 mil mensais de pensão para a filha de Renan. Com o estouro do caso, para não ser cassado, Renan renunciou à presidência do Senado. 

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NEPOTISMO 
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) também emprega um parente do senador. Rodrigo Rodrigues Calheiros, um dos filhos de Renan recebe R$ 10,5 mil mensais como assessor de Contratos Especiais da presidência do órgão. Rodrigo, de 28 anos, está na companhia desde abril de 2011, mas não é assíduo no trabalho, segundo servidores. Rodrigo é lotado na presidência da Conab, mas sua mesa está instalada na diretoria de Gestão de Pessoas, cujo diretor é Rogério Abdalla, homem do PMDB. 

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TRÁFICO DE INFLUÊNCIA 
Calheiros também é acusado de usar sua influência na Caixa Econômica Federal e no estado de Alagoas para favorecer uma empreiteira ligada ao irmão do empresário Tito Uchôa, apontado como laranja do senador. Segundo denúncia publicada em 23 de janeiro de 2013 no jornal "O Estado de S.Paulo", a empresa faturou R$ 70 milhões pelo programa "Minha Casa, Minha Vida" nos últimos dois anos no estado. A denúncia diz ainda que a Construtora Uchôa assinou seu primeiro contrato, no valor de R$ 51,7 milhões, para a construção de 1.261 casas populares em Santana do Mundaú após as chuvas que destruíram a região em dezembro de 2010. Até hoje as obras não foram concluídas. 

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