domingo, 31 de maio de 2015

GRUPO DE OPOSIÇÃO BOTA TERROR EM PAÇO DO LUMIAR COM DOIS OBJETIVOS: DEIXAR A CIDADE NO LIXO PARA CULPAR O PREFEITO E OCUPAR O LOCAL ONDE FUNCIONA LIXÃO DA CIDADE PARA ESPECULAÇÃO IMOBILIÁRIA.

Um grupo de oposição de Paço do Lumiar está usando um problema deixado desde 2006 (quase 10 anos) como pretexto para atacar o atual prefeito Josemar Sobreiro e prejudicar a população, deixando-a no lixo.

Já no segundo semestre do primeiro ano de gestão de sua gestão, o Prefeito Josemar, por meio do Decreto nº 1.750, de 30 de agosto de 2013, instituiu o Grupo de Trabalho para a análise e implantação do Plano de Resíduos Sólidos e ações voltadas ao Plano de Saneamento Básico do Município de Paço do Lumiar/MA.

Várias tentativas já foram feitas por este grupo para inviabilizar uma solução, inclusive bagunçando audiências públicas sobre políticas de resíduos sólidos.

O Tribunal de Justiça do Maranhão garantiu à prefeitura de Paço do Lumiar o uso do lixão até a implantação do aterro sanitário debatido com a população.

"Isto posto, e em vislumbrando ocorrente situação apta a autorizara suspensão dos atacados atos, hei por bem, o presente pedido, se lhe DEFERIR, com vistas a não só SUSPENDER a EXECUTORIEDADE da LIMINAR e da SENTENÇA proferidas pelo Juízo de Direito da Comarca de Paço do Lumiar/Ma, nos autos da Ação Civil Pública n° 819-24.2006.8.10.0049 (819/2006), de agora tramitante na Vara de Interesses Difusos e Coletivos do Termo Judiciário de São Luis, da Comarcada Ilha de São Luis, como também da DECISÃO que DETERMINOU o BLOQUEIO de R$ 500.00,00 (QUINHENTOS MIL REAIS), nas contas do Município de Paço do Lumiar/Ma, já efetivado pelo Banco do Brasil S/A- Maiobão/Ma, consoante Ofício de fls. 60, subscrito pelo Gerente Geral de Agencia 4863-1 - Maiobão-Ma.
Desta decisão, oficie-se, imediatamente, ao Juízo de Direito da Vara de Interesses Difusose Coletivos do Termo Judiciário de São Luis, da Comarcada Ilha de São Luis, para conhecimento tomar, e, ao Banco do Brasil S/A., para imediata liberação do valor bloqueado, servindo, de logo, apresente,como ofício/mandado para fins de cumprimento.   
Publique-se. Cumpra-se.
PALÁCIO DA JUSTIÇA CLÓVIS BEVILÁCQUA, em São Luís, Capital do Estado do Maranhão, aos vinte e dois dias do mês de abril do ano de dois mil e quinze.
 Desembargador ANTONIO FERNANDO BAYMA ARAUJO

DECANO, no exercício da Presidência"

A última ação do grupo foi destruir a guarita da entrada do lixão na calada da noite de sexta-feira, para em seguida ameaçar profissionais catadores que trabalham no lixão, além de tentarem impedir a entrada de caminhões de lixo no local.
A polícia já tem informações dos criminosos e também estará analisando áudios e vídeos para enquadrar os mandantes do crime.

Tem até áudio com tentativa de subornar o gestor municipal.

NA PRÓXIMA POSTAGEM SAIBA QUEM ESTAR POR TRÁS DESSES CRIMES.

sábado, 30 de maio de 2015

EXECUÇÕES, EXTERMÍNIOS, AGRESSÕES E EXTORSÕES POR PARTE POLÍCIA DO BRASIL GERA MEDO E DESESPERO À SOCIEDADE.

A presença de viaturas das polícias em muitos rincões do Brasil, em vez de tranquilidade, causa é medo na população.

Que o diga a morte de Cláudia da Silva Ferreirabaleada durante uma ação da PM no Morro da Congonha, em Madureira, sendo arrastada durante o "socorro" prestado por policiais, somada ao desaparecimento do pedreiro Amarildo de Souza, na Rocinha. de muitos outros 'Amarildos' agredidos, executados ou exterminados por policiais do Brasil.

Conforme informações do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, de 2013, a polícia "mandou 1.890 pessoas para o inferno", como eles dizem quando mata uma pessoa, seja culpada ou inocente. Da parte da polícia foram 89 policiais, tanto civis quanto militares, mortos em serviço no mesmo ano.

A polícia é uma organização. Os bandidos também não agem mais sozinhos, formaram organização. Uma organização que tem dinheiro e corrompe policiais. Não vamos ser hipócritas, as bocas de fumo tem uma despesa danada com a corrupção policial. Esses bandidos não perdoam policiais que se beneficiam do tráfico e depois em operações de satisfação para a sociedade, tratam os traficantes como se não os conhecessem.

O que se vê muito no Brasil é viaturas em esquinas, esperando a hora de extorqui algum condutor de veículo que não anda conforme a lei. O brasileiro não confia na polícia que tem. milhares de ocorrências de crimes estão sendo deixadas de ser registrada nas delegacias do país. O cidadão não acredita na polícia e diz em alta voz "não dá em nada".
Os únicos casos que são investigados no país, são aqueles que causam repercussão na sociedade, e olhe lá.

No Maranhão a polícia civil é uma lástima. Delegacias às traças, policiais desmotivados e preguiçosos, inquéritos que não andam e delegados que prestam um péssimo atendimento ao público.

A sociedade por sua vez permanece na passividade olhando tombar seus entes queridos. Depois, com lágrimas de crocodilos esquece tudo, até à próxima ocorrência.

O comodismo e a passividade da sociedade brasileira estão lhe levando para a cova.

sexta-feira, 29 de maio de 2015

PENSE NISTO: APOIE A EXECUÇÃO DE PESSOAS SEM JULGAMENTO E UM DIA CHEGARÁ A TUA VEZ. BASTARÁ ALGUÉM GRITAR "ESSE AÍ É BANDIDO, VAMOS METER BALA".

VEJA!


Veja também postagem do do blog do Marco Aurélio D'Eça

Imagem do dia: execução em praça pública…

aaaaaaO homem deitado em plena via pública, em Vitória do Mearim, é o mecânico Irinaldo Batalha. Ele está ferido e indefeso. O braço que aparece é o do vigilante Luiz Carlos, da Prefeitura Municipal. Luiz Carlos executou Irinaldo em via pública, na frente de dezenas de testemunhas. O governo Flávio Dino, tentando minimizar o fato, chegou a classificar Irinaldo de assaltante, em nota distribuída à imprensa, uma irresponsabilidade.
vitoriaA imagem acima é ainda mais grave: mesmo após executar o crime, o vigilante Luiz Carlos é auxiliado normalmente pelos policiais militares que chegaram para atender a ocorrência. E ainda ajuda a colocar na viatura o corpo da vítima que próprio matou. Há vídeos da execução e da pós-execução, mas o blog se reserva o direito de não publicar. O crime chocou Vitória do Mearim.
As duas imagens são do blog de Domingos Costa

quinta-feira, 28 de maio de 2015

APÓS DENÚNCIA DO BLOG, SAGRIMA CONSERTA APENAS PARTE DO EDITAL DE LICITAÇÃO IRREGULAR.

APONTAMOS INDÍCIO DE DIRECIONAMENTO E IRREGULARIDADES EM LICITAÇÃO DO ESTADO NA SAGRIMA. (CONFIRA....).

A Sagrima corrigiu apenas o local da licitação, mas silenciou sobre as demais irregularidades. Veja:
OUTROS EDITAIS DO ESTADO ESTÃO EIVADOS DE VÍCIOS, IRREGULARIDADES E DIRECIONAMENTOS. ESTAMOS ANALISANDO TODOS.

ISTO ATÉ AJUDA O GOVERNADOR, QUE QUER TRANSPARÊNCIA.

ESTADO DO MARANHÃO MERGULHA EM ILEGALIDADES NAS LICITAÇÕES.

1 - Ilegalidades no DETRAN/MA (Confira...).

2 - Ilegalidades na SAGRIMA (Confira...).

3 - Ilegalidades na Secretaria de Comunicação do governo.

Nesta terceira ocorrência, a empresa JMP Promoções e Marketing LTDA, aponta suspeitas sobre esquema na licitação para a Secretaria de Comunicação do governo.

A JMP Promoções e Marketing LTDA encaminhou uma denúncia ao presidente da Comissão de Licitação, Paulo Guilherme Araújo relatando as irregularidades apresentadas, mas os pedidos não foram atendidos.
ILEGALIDADE 01:

"Contratação de serviços de publicidade e promoção em um mesmo certame" (é ilegal - Lei 12.232/10, art. 1º).

ILEGALIDADE 02:

A Comissão Central de Licitação do Estado do Maranhão, não realizou “Chamamento Público” exigido em Lei (Lei n° 12.232/2010, art. 10).

ESTAMOS DE OLHO!!

quarta-feira, 27 de maio de 2015

FLÁVIO DINO QUER PRENDER ROSEANA SARNEY.

AMOR FINGIDO!!
O governo do Maranhão concluiu a auditoria sobre o precatório assinado pela ex-governadora Roseana Sarney (PMDB) com a construtora Constran.

Os agentes do Estado concluíram que realmente houve pagamento de propina e prejuízo aos cofres do Estado. 

O pagamento da propina resultou no acerto de pagamento de R$ 114 milhões à empreiteira envolvida na operação Lava Jato.

Para prender Roseana Sarney, o governador Flávio Dino vai remeter o caso para investigação da Polícia Civil, do Ministério Público do Maranhão e da PGE (Procuradoria Geral do Estado).


A Sarneyzada está desesperada.

terça-feira, 26 de maio de 2015

DINO E SARNEY SE ENCONTRAM E TROCAM IMPRESSÕES EM BRASÍLIA.

Durante cerimônia de posse do maranhense Reynaldo da Fonseca como novo ministro do STJ, em Brasília.

NOVIDADE NO BLOG: “mini-rede-social” para interações gerais nas redes sociais.

O Blog Edgar Ribeiro agora dispõe de uma “mini-rede-social” própria na página.

Refiro-me ao Spot.im, onde você vai poder conversar com os internautas em conversa privada ou pública, ter sua própria time line, trocar imagens e muito mais!

E Funciona pelo celular!!. É preciso que você entre pelo computador para se cadastrar e pegar o código de convite da nossa comunidade.

Então, como utilizar pelo computador: acesse o link Spot.im e cadastre-se. É simples. pode usar conta do facebook, do Twitter, ...

Agora quer utilizar no celular?

Há um link, na parte inferior do aplicativo, que diz “Continue from mobile“ (Continue pelo celular). É só clicar nele. Você pode receber o link de download por SMS, ou simplesmente ir até a Play Store (Android) ou App Store (iPhone), baixar o aplicativo Spot.Im e utilizar o código que o aplicativo te deu no PC. Simples assim!.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

DECLARAÇÕES ABERTAS DE AUTORIDADES DO MA PARA A PM EXECUTAR SUSPEITOS, TEM APOIO DE PARTE DA POPULAÇÃO. MAS, ELES NEM SONHAM AS CONSEQUÊNCIAS DISTO.

O Deputado estadual do Ma, Cabo Campos "aconselha" policiais militares a "meter bala" em bandidos quando os encontrarem.

O secretário de Segurança Pública do Ma, delegado Jefferson Portela, incentiva a execução de quem a PM entender ser bandido: “quando AR-15 começar a cantar, os bandidos vão saber que não poderão mais intimidar a população”.


QUEM ASSISTIU TROPA DE ELITE 2 SABE QUE "O Inimigo Agora É Outro" E COMO AS COISAS ACONTECEM NO SISTEMA DE SEGURANÇA DESTE PAÍS.

domingo, 24 de maio de 2015

O prefeito Edivaldo está errado por não vender ilusão?

Prefeito Edivaldo: O que posso, faço, não vou sair por aí enganando as pessoas
Vivemos numa época de inversão de valores. Para a população, no geral, o político bom é aquele que sai a enganar nas esquinas, prometendo mundos e fundos, distribuindo alguns trocados a desajustados sociais e pingas ou cervejas aos viciados de plantão.

Para milhares, Edivaldo Holanda Junior é muito puro para os acostumados com a política da corrupção, dos desvios de recursos na cara do povo e da compra de apoios.

Já perguntei para muita gente: O que Edivaldo deve fazer para melhorar sua imagem?

Vieram duas respostas:

1ª - "ele precisa abrir os cofre$ e arregimentar aliado$". Isso significa pagar propina para ter apoio.

2ª - "Ele precisa destravar sua administração, liberando recursos aos secretários que querem trabalhar e mudando os que só estão esquentado poltronas".

A primeira resposta ganhou disparado. O cidadão quer a melhoria de sua rua, do seu bairro, mas também quer participação na corrupção. Chega a incentivá-la, com raras exceções não o faz.

Com tal cultura, me diz qual prefeito conseguirá fazer alguma coisa para desenvolver uma cidade como São Luís?

Mesmo que Edivaldo resolvesse atender uma das opções, esbarraria na falta de recursos. É pouco recursos para fazer as coisas e atender a corrupção.

Veja a realidade de São Luís:


sábado, 23 de maio de 2015

PROF. LABIDI como REITOR: A MELHOR OPÇÃO PARA UFMA.

Em MANIFESTO A FAVOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO, o prof. Labidi defende uma universidade que resgate como matéria prima de sua condução questionamentos e proposições de tal forma que seja possível realmente dizer que “ensino é pesquisa e extensão” e que as políticas não devem mais ser fragmentadas em três direções, mas em uma, para que seu sentido seja o da unidade e do equilíbrio.

"A universidade que queremos está sob os moldes da mundialização. Pergunto: como participar de uma versão mundializada da vida acadêmica, se o discurso universitário ainda se sustenta na separação entre as áreas, entre os segmentos, entre os seus tripés?", questiona o mestre Labidi.

SSP DO MARANHÃO INSISTE EM ESCONDER CRIMES VIOLENTOS LETAIS INTENCIONAIS.

“Matar alguém” é crime de homicídio. Está descrito no artigo 121 do Código Penal Brasileiro.

Em 2006, a Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP),  criou a sigla CVLI – CRIMES VIOLENTOS LETAIS INTENCIONAIS com a finalidade de agregar os crimes de maior relevância social, pois além do homicídio doloso outros crimes também devem ser contabilizados nas estatísticas referentes a mortes. Portanto, fazem parte dos Crimes Violentos Letais Intencionais o homicídio doloso, lesão corporal seguida de morte e o roubo seguido de morte “latrocínio”.

A Secretaria de Segurança Pública do MA só contabiliza em seus gráficos os homicídios dolosos. Escondendo o resto do conhecimento público.

Senão vejamos:
Em Março/2015.
Foram 73 Homicídios dolosos, 4 Homicídios de roubo seguido de morte, 7 Lesão corporal seguida de morte, 7 Homicídios por intervenção policial, Homicídios em Pedrinhas, 4 Homicídios a esclarecer, totalizando  97 CRIMES VIOLENTOS LETAIS. A SSP/MA só registra em seu gráfico os 73 dolosos.

Em Abril/2015.
Foram 54 Homicídios dolosos, 8 Homicídios de roubo seguido de morte3 Lesão corporal seguida de morte3 Homicídios por intervenção policialHomicídios em Pedrinhas1 Homicídios a esclarecer, totalizando 70 CRIMES VIOLENTOS LETAIS. A SSP/MA só registra em seu gráfico os 54 dolosos.

Em Maio/2015, até o dia (21).
Foram 53 Homicídios dolosos, 4 Homicídios de roubo seguido de morte1 Lesão corporal seguida de morte8 Homicídios por intervenção policialtotalizando 66 CRIMES VIOLENTOS LETAIS. A SSP/MA só registra em seu gráfico os 53 dolosos.

Também não se consegue extrair mês a mês todos os dados no link https://www.ssp.ma.gov.br/images/relacao-nominal-vitimas-homicidio-maio-2015.pdf da  Secretaria de Segurança Pública do MA.

Talvez seja preciso acionar a justiça para a Secretaria de Segurança Pública do MA deixar de esconder dados dos CRIMES VIOLENTOS LETAIS que ocorrem não só na região metropolitana, mas em todo o Estado do Maranhão.

sexta-feira, 22 de maio de 2015

The New York Times: Cansado dos crimes, brasileiro aceita violência policial.

Simon Romero e Taylor Barnes - O Estado de S. Paulo

Texto do jornal 'The New York Times' compara número de mortos pela polícia brasileira com dados dos Estados Unidos

RIO DE JANEIRO - Eduardo de Jesus estava na porta de casa no Complexo do Alemão, um imenso labirinto de casas de tijolo à mostra, quando sua mãe ouviu os disparos. Segundos mais tarde, ela viu Eduardo, de 10 anos, morto no chão, atingido por um disparo na cabeça, e correu até o policial que empunhava a arma.

"Agarrei ele pela farda e disse,'Você matou meu filho, desgraçado?'", relatou a mãe, Terezinha Maria de Jesus, de 40 anos.
"Ele respondeu, 'Matei seu filho e posso te matar também', apontando a arma para a minha cabeça", prosseguiu ela. "Eu disse: 'Vá em frente. Acaba de matar parte de mim. Termine o serviço'." As imagens do corpo inerte de Eduardo e os lancinantes gritos dos vizinhos denunciando a polícia, registrados nos celulares e compartilhados em todo o Brasil nas redes sociais desde o episódio, no mês passado, proporcionam um raro vislumbre do desespero em uma sociedade na qual as mortes ligadas à polícia são tão comuns que superam em muito os números americanos.
Complexo do Alemão, onde Eduardo foi morto 
Complexo do Alemão, onde Eduardo foi morto 

Ao menos 2.212 pessoas foram mortas pela polícia brasileira em 2013, de acordo com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, grupo independente de pesquisas, e os especialistas dizem que o número real deve ser substancialmente maior, pois alguns Estados não informam o número de mortos pelas forças policiais.

Nos Estados Unidos, onde há mais de 100 milhões de habitantes a mais do que no Brasil, o FBI contou um número de mortes muito mais baixo: 416 em 2013, ano mais recente para o qual há dados disponíveis. Outras estimativas colocam o número de mortos pela polícia americana na casa dos 1.100, que não chega à metade das mortes no Brasil.

Mas, se nos EUA as mortes nas mãos da polícia desencadearam protestos acalorados pelo país, principalmente em cidades como Baltimore e Ferguson, no Brasil isso é aceito como uma característica comum do policiamento em um país cansado dos crimes violentos.

"É claro que a indignação seria diferente se as vítimas fossem garotos loiros de olhos azuis que moram nos bairros ricos, mas não eram", disse Antônio Carlos Costa, pastor presbiteriano que ajuda a acompanhar os casos de crianças com menos de 14 anos mortas pela polícia. "As crianças, adolescentes e adultos mortos pela polícia no Brasil são vítimas de um massacre que tem números de mortos maiores do que algumas zonas de conflito."

Após a morte de Eduardo, os policiais dispersaram manifestantes usando bombas de fumaça e balas de borracha no Complexo do Alemão, uma colcha de retalhos formada por favelas. No Complexo de São Carlos, outra região das favelas do Rio, manifestantes incendiaram ônibus este mês depois de acusar unidades da polícia de terem cometido dois assassinatos.

Mas, em boa parte do Brasil, os defensores de táticas de policiamento mais rigorosas estão se fortalecendo. Respondendo aos temores generalizados em um país cansado do crime com o maior número de homicídios do mundo - foram 50.108 em 2012, de acordo com as Nações Unidas -, políticos conservadores ligados à polícia com discurso duro contra o crime obtiveram votação expressiva na mais recente eleição estadual e federal, ampliando aquela que é frequentemente chamada de "bancada da bala" no Congresso.

Alguns membros da bancada da bala celebram abertamente o número de pessoas que mataram enquanto patrulhavam as ruas. Um político em ascensão, Paulo Telhada, gaba-se de ter matado mais de 30 pessoas quando fazia parte da Polícia Militar de São Paulo, dizendo em uma entrevista recente que não sente "pena de bandido". "Há partes da classe média que aceitam as mortes ligadas à polícia como prática legítima", disse Ivan C. Marques, diretor do Instituto Sou da Paz, grupo que acompanha temas policiais.

Somente no Estado do Rio de Janeiro, a polícia matou pelo menos 563 pessoas em 2014, um aumento de 35% em relação ao ano anterior, de acordo com o Instituto de Segurança Pública do Estado. Trata-se de um número bem acima daquele registrado pelo FBI em todos os Estados Unidos, cuja população é cerca de 20 vezes maior que a fluminense.

"Às vezes é somente com a morte de um menino de 10 anos que as pessoas se dão conta da tragédia que se desenrola em uma escala épica", disse Ignacio Cano, pesquisador de questões ligadas ao policiamento. "Infelizmente, é apenas quando a vítima é escandalosamente inocente que a violência causa indignação."

Nas semanas após a morte de Eduardo, um pequeno grupo de mulheres do Rio cujos filhos foram mortos pela polícia se reuniram para formar o Conselho de Mães da Favela, buscando colocar um fim a essas mortes. Outros manifestaram sua indignação em reuniões da comunidade no Complexo do Alemão.

Mas grupos de defesa dos direitos humanos e especialistas dizem que, a julgar pelas mortes anteriores de crianças nas mãos da polícia, a fúria decorrente da morte de Eduardo vai perder força sem produzir muitas mudanças significativas nos métodos de policiamento.

Um caso reteve brevemente a atenção do público local em 2011, quando o corpo de um menino de 11 anos, Juan Moraes, foi encontrado em um rio perto da Central de Polícia. Os governantes prometeram mudanças imediatas, como recolher depoimentos de testemunhas e analisar cenas de crimes, depois que quatro policiais foram considerados responsáveis pela morte do menino. Mas os especialistas dizem que a alta acentuada no número de mortes indica que o assassinato de Juan não foi capaz de produzir mudanças duradouras.

Muitos casos não solucionados nos quais crianças são mortas são chamados simplesmente de episódios de "bala perdida". Alguns deles ocorreram em operações de combate ao tráfico de drogas em áreas densamente povoadas, trazendo questionamentos quanto à estratégia comum de montar agressivas incursões policiais de larga escala em bairros residenciais.

Os pesquisadores dizem que os motivos para o grande número de assassinatos pela polícia são variados. Para começar, policiais mal treinados e mal pagos nas favelas que servem de reduto para traficantes são com frequência imbuídos de um instinto de atirar primeiro que decorre da mistura de medo, paranoia e impunidade.

Algumas unidades de elite, como o Batalhão de Operações Policiais Especiais, alardeiam abertamente e até glorificam a própria letalidade. Seu símbolo é uma caveira com pistolas cruzadas.
Mas os analistas dizem que os esquadrões desse tipo são apenas a ponta afiada de sistemas de policiamento nos quais os criminosos, ou aqueles tidos como criminosos, são considerados elementos indesejáveis que não podem ser reformados. Como as gangues de traficantes controlam muitas prisões no Brasil, deter criminosos e mandá-los para a cadeia é visto por alguns policiais como algo que alimenta o crescimento do crime, em vez de reduzi-lo.

Muitos casos envolvendo a polícia são registrados como "atos de resistência" ou "mortes durante confronto policial", mas os ativistas dos grupos de defesa dos direitos humanos dizem que os episódios com frequência correspondem a execuções sumárias.

"Para a polícia, matar os suspeitos é fácil, e a prática é tida como solução mais eficaz", disse Graham Denyer Willis, palestrante da Universidade de Cambridge que estuda a polícia brasileira. Com as mortes costumeiramente aceitas como subproduto inevitável da diminuição da falta de segurança em certas cidades, o resultado "é uma forma inequívoca de limpeza social", disse ele.

Às vezes, as autoridades exaltam a prática. "Darei a ele uma medalha por cada meliante que mandar para o inferno", disse André Puccinelli, governador do Mato Grosso do Sul, ao elogiar um policial de licença que matou dois homens armados quando estes tentavam roubar uma loja.

Aqui no Estado do Rio de Janeiro, as autoridades dizem que o número de mortos pela polícia caiu para 563 em 2014 ante 1.330 em 2007, pois foram enviadas forças de segurança às favelas em uma campanha descrita como pacificação. Mas os responsáveis pela segurança admitem que o problema continua.

"Precisamos de muito mais treinamento para preparar a polícia para territórios nos quais ainda encontramos muita dificuldade para trabalhar", disse o coronel Robson Rodrigues, do comando de força policial do Rio de Janeiro. "As atividades de policiamento precisam de correções." Os grupos de defesa dos direitos humanos questionam se as autoridades estão tentando limitar as mortes nas mãos da polícia. Em um estudo, Michel Misse, sociólogo da Universidade Federal do Rio de Janeiro, examinou 707 casos de mortes pela polícia, constatando que a promotoria tinha se recusado a prestar queixa contra os policiais em mais de 99% deles.

No caso de Eduardo, o menino de 10 anos morto em abril, uma porta-voz da polícia disse que a morte ainda estava sob investigação.

A mãe de Eduardo, Terezinha, diz que se pergunta se a polícia poderia ter pensado que o menino estava armado, embora o disparo tenha sido feito à luz do dia e o pequeno celular na mão do garoto em nada se parecesse com uma arma.

Terezinha disse que ela e os vizinhos correram para impedir os policiais de adulterar a cena do crime, temendo que eles plantassem um revólver perto do corpo do menino.

Luiz Fernando Pezão, governador do Rio, admitiu aos repórteres que um "erro" tinha resultado na morte do menor, descrevendo o episódio como "lamentável".

"São apenas palavras", disse Terezinha em outra favela do Rio, onde ela e o marido passavam a noite dormindo no chão da casa de uma parente. Ela disse que não puderam voltar para casa com medo que a polícia os faça agora de alvos. "Às vezes fecho os olhos e imagino que ele ainda está vivo", disse ela a respeito de Eduardo. "Então, abro os olhos e é como se o mundo estivesse desabando na minha cabeça", disse ela. "Meu filho está morto."
Tradução de Augusto Calil

A IMPUNIDADE DE GESTORES REVOLTA DESEMBARGADOR.

A cultura da impunidade. por JOSÉ LUIZ OLIVEIRA DE ALMEIDA, desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão
"Todos que cometem crimes devem – ou deveriam – receber o mesmo tratamento das instâncias de controle social. É assim que penso, é nesse sentido que tenho agido. Por isso me causa certo desalento, por exemplo, colocar  em liberdade um meliante perigoso por excesso de prazo ou quando tenho, pelo mesmo decurso do tempo, que reconhecer uma prescrição e extinguir a punibilidade de um criminoso, sejam quais forem os crimes a ele imputados, por entender que é dever do Estado julgar a tempo e hora os que transgridem a ordem pública.
É mais comum do que as pessoas possam estar informadas a extinção da punibilidade e o relaxamento da prisão de meliantes por inação, descaso, incúria dos responsáveis pelas instâncias formais de controle social, o que é de se lamentar.
Nesse cenário, confesso, com ênfase, o meu especial desalento, a minha quase revolta quando me deparo, por exemplo, com a falta de zelo e de rigor dos agentes do Estado, diante, por exemplo, de crimes que condizem com o desvio de verbas públicas ou praticados com violência, pondo em relevo, neste artigo, os primeiros, em face dos efeitos danosos para o conjunto da sociedade.
Na condição de magistrado, tenho me defrontado com vários processos que traduzem bem a conduta imoral e irresponsável de gestores do dinheiro público, e, no mesmo passo, com a inércia, com o descaso e a falta de zelo dos responsáveis pelas agências de controle, que deixam, injustificadamente, que as ações se prolonguem no tempo, com indiscutíveis prejuízos à persecução criminal. Por isso a tenaz fiscalização do CNJ em torno desses processos.
Em casos desse jaez, o dado que me chama mais a atenção, portanto, é a morosidade da justiça – injustificável, desde a minha compreensão -, disso resultando a impunidade dos gestores, em face das consequências que dimanam do tempo transcorrido, por mais nociva que tenha sido a sua ação na administração da coisa pública. Logo, diante dessa sedimentada cultura de impunidade, eles se sentem estimulados a continuar transgredindo, cientes de que só por acidente serão responsabilizados criminalmente.
Decerto que as instâncias persecutórias não podem fazer corpo mole, sobretudo, diante de crimes dessa coloração, em face, repito, dos efeitos devastadores desse tipo de ação para o conjunto da sociedade. Por isso, nos julgamentos dos quais faço parte, tenho reiterado que, se é verdade que um assaltante merece ser tratado com todo o rigor – e merece mesmo, pois é, para mim, acima de tudo um covarde -, merece maior rigor, ainda, o gestor que desvia verbas públicas, pois as consequências da sua ação são mais danosas que as de um assalto à mão armada, por mais que o assalto nos cause indignação.
Diante desse cenário, causa-me indignação ter que reconhecer a prescrição e extinguir, na mesma balada, a punibilidade de um criminoso que tenha, no exercício de uma outorga, enriquecido à custa da desgraça e do abandono dos que lhes confiaram um mandato.
Por isso, tenho reafirmado ser necessário que todos – Ministério Público, Polícia, Poder Judiciário, dentre outros -, diante de casos dessa envergadura, nos empenhemos ao máximo para julgar a tempo e hora processos que cuidem dessas questões, envidando esforços para que não fiquem impunes, pelo decurso do tempo, os que fazem mau uso do dinheiro público.
A verdade é que, na quase totalidade das vezes, por omissão das instâncias persecutórias, os crimes praticados em detrimento do Erário ficam impunes, estimulando, nesse passo, a sua prática.
Em face da má gestão, do desvio de verbas públicas, do enriquecimento ilícito no exercício do poder, posso constatar, triste e quase revoltado, que a cultura da impunidade irradia os seus efeitos para outras instâncias, com as mesmas consequências práticas. E assim, muitos que ascendem ao poder, acreditam por ciência própria ou por ouvir dizer, que enriquecendo no exercício desse mesmo poder, pelos mais diversos meios, têm assegurada a garantia da impunidade, ou seja, que nada lhes ocorrerá, pois, conforme pensam, cadeia mesmo é só para os miseráveis.
Portanto, se é verdade que as franquias constitucionais permitem, muitas vezes, que os processos se encaminhem para a prescrição – e para consequente impunidade -, não é menos verdade que, pelo que tenho testemunhado nessas décadas de exercício judicante, com um pouco mais de boa vontade é possível fazer muito mais do que fazemos.
Proponho, pois, que façamos uma corrente positiva para reverter esse quadro desalentador. Vamos envidar esforços no sentido de fazer com que os processos que cuidam de questões desse matiz sejam julgados com brevidade,  para absolver ou para condenar; mas que cheguem ao fim, que não seja pela prescrição, pois  depõe contra as instituições de controle o favorecimento dos acusados em face do transcurso do tempo".

PM'S DO MA ARREBENTAM COM PRESOS JÁ DOMINADOS E PRODUZEM MAIS VIOLÊNCIA.

Veja o vídeo da agressão aos presos já dominados e algemados. Sem medo de errar, eles não vão esquecer a agressão, criarão ódio de policiais, se é que já não tem, e na primeira oportunidade irão à forra. Violência gera violência, morte gera morte e ódio gera ódio. É minha opinião.
Em um país sem justiça, a polícia e os cidadãos agem por conta. A própria polícia é vítima da violência. Enquanto a justiça e as leis forem frouxas, vítimas tombarão aos montes e mancharão a terra de sangue.

No Maranhão, a quantidade de bandidos supera em muito o contingente das forças policiais. Agem a toda hora, matando e morrendo. E cada hora essa sociedade hipócrita gera mais e mais marginais com seus atos insanos de libertinagem e descaminhos.

Uma sociedade que destrói os valores  éticos e morais está condenada ao inferno que ele mesmo produziu.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

O ACERVO DA AGIOTAGEM NOS ÓRGÃOS PÚBLICOS DO MARANHÃO. CHEQUES, CARTÕES, CARRÕES E TUDO MAIS.

O Blog do Neto Ferreira divulgou, com exclusividade, a lista completa dos cheques, pastas com documentos de compra e venda de imoveis, cartões de crédito e de débito de políticos, prefeituras e empreiteiros encontrados pela Polícia Civil e pela Grupo de Atuação Especial no Combate a Organizações Criminosas (Gaeco), no cofre do agiota Josival Cavalcanti da Silva, o Pacovan.
Entre os arrolados, destacam-se os nome do cunhado do deputado federal Zé Carlos da Caixa, UThan Avelino de Jesus Carvalho, do irmão do prefeito de Pedro Do Rosário, Domingos Erinaldo Sousa Serra, os vereadores de São Luís Roberto Rocha Júnior, Isaías Pereirinha e Prefeituras de Santa Inês e São Mateus.
Além deles, aparece também a empresa Agropol Agropecuária e Projetos, R2FC Engenharia e Arquitetura LT, Lindomar Alencar Pereira, Benilma de Jesus Martins e Alcino Automóveis Comis de Veículos
CHEQUES
-Um cheque do Banco do Brasil no valor de R$ 50.000,00(cinquenta mil reais) tendo como titular ZENILDE FRANCA RIBEIRO;
-Um cheque do Banco do Brasil,no valor de R$ 30.000,00(trinta mil reais)tendo como titular ZENILDE FRANCA RIBEIRO;
-Um cheque do banco do brasil,no valor de R$2.600,00(dois mil e seiscentos reais)tenho como titular SIDNEY ANDRE FRANCA RIBEIRO;
-Um cheque do banco do brasil, no valor de R$7.600,00(sete mil e seiscentos reais)tendo como titular SIDNEY ANDRE FRANCA RIBEIRO;
-Um chequedo banco do brasil, no valor de 5.00,00(cinco mil reais)tendo como titular SIDNEY ANDRE FRANCA RIBEIRO;
-Um cheque do banco real, no valor de 5.00,00(cinco mil reais)tendo como titular STEPHANE KAREN LIMA DOS SANTOS;
-Um cheque do banco do BRADESCO, no valor de 2.400,00(dois mil e quatrocebtos reais)tendo como titular PAULO ROBERTO PINTO LIMA;
-Um cheque do banco do brasil, no valor de R$95.000,00(noventa e cinco mil reaix)tendo como titular FACE ENGENHARIA
INCORPORAÇÕES E EMPREENDIMENTOS LTDA;

-Um cheque do banco do brasil, no valor de R$ 99.000,00(noventa e nove mil reais)tendo como titular LASTRO ENGENHARIA INCORPORAÇÕES LTDA;
-Um cheque do banco do brasil,no valor de 98.000,00(noventa e oitomil reais)tendo cmotitular LASTRO ENGENHARIA INCORPORACOES LTDA;
-Um cheque do banco do brasil,no valor de R$97.000,00(noventa e sete mil reais) tendo como titular LASTRO ENGENHARIA INCORPORACOES LTDA;
-Um cheque do banco do brasil, no valor de R$66.000,00(sessenta e seis mil reais)tendo como titular ROZIRES ARAUJO SILVA;
-Um cheque do banco do brasil, no valor de R$400.000,00(quatrocentos mil reais)tendo cmo titular BENILMA DE JESUS MARTINS MONTEIRO ME;
-Um cheque deo banco do brasil, no valor de R$60.000,00(sessenta mil reais)tendo como titular M S N DOS SANTTOS-ME;
-Umcheque do banco do brasil,no valor de R$106.607,00(cento e seis mil seiscentos e sessenta e sete reais)tendo como titular PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO MATEUS MARANHAO;
-Um cheque do banco do Brasil, no valor de R$120.000,00( cento e vinte mil reais)tendo comom titular ROBERTO COELHO ROCHA JUNIOR;
-Um cheque do banco do Brasil, no valor de R$16.240,00(dezesseis mil e duzentos e quarenta reais)tendo como titular LUIZ ALVES DE LIRA;
-Um cheque da CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, no valor de R$4.900,00 (quatro mil e novecentos reais) tendo como titular GPS CONSTRUCAO E LOCACAO LTDA ME;
-Um cheque Bradesco, no valor de R$11.200,00(onze mil e duzentos reais) tendo como titular EVERALDO ALVES SERRA;
-Um cheque do HSBC, no valor de R$50.000,00(cinquenta mil reais) tendo como titular N E TRANSPORTES E LOCACAO LTDA;
-Um cheque da CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, no valor de R$250.000,00(duzentos e cinquenta mil reais) tendo como titular AGROPOL AGROPECUARIA E PROJETOS;
-Um cheque da CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, NO VALOR DE R$50.000,00(cinquenta mil reais) tendo como titular AGROPOL AGROPECUARIA E PROJETOS;
-Um cheque da Prefeitura de Marajá do Sena, cidade administrada por Manoel Edvan Oliveira da Costa;
-Um cheque do banco SANTANDER, no valor de R$35.000,00(trinta e cinco mil reais) tendo como titular DANIEL DOS SANTOS MOTTA;
-Um cheque do banco SANTANDER,no valor de R$35.000,00(trinta e cinco mil reais) tendo como titular DANIEL DOS SANTOS MOTTA;
-Um cheque da CAIXA ECONOMICA FEDERAL, no valor de R$5.000,00(cinco mil reais) tendo como titular JOSE WELLINGTON DA SILVA LEITE;
-Um cheque do banco BRADESCO,no valor de R$2.600,00(dois mil e seiscentos reais)TAIS DANTAS DE SOUSA SILVA;
-Um cheque da CAIXA ECONOMICA FEDERAL, no valor de R$97.700,00(noventa e sete mil e setecentos reais) datado 10/04/15,tendo como titular PREMIER SERVICOS GERAIS LTDA;
-Um cheque da CAIXA ECONOMICA FEDERAL, no valor de R$97.700,00(noventa e sete mil e setecentos reais)datado 10/05/15,tendo como titular PREMIER SERVICOS GERAIS LTDA;
-Um cheque do BANCO DA AMAZONIA, no valor de R$21.000,00(vinte e um mil reais) tendo como titular ALCINO AUTOMOVEIS COMIS DE VEICUOS LTDA;
-Um cheque da CAIXA ECONOMICA FEDERAL, novalor de R$30.000,00(trinta mil reais)tendo como titular ALCINO AUTOMOVEIS COMIS DE VEICULOS LTDA;
-Um cheque da CAIXA ECONIMICA FEDERAL, no valor de R$61.000,00(sessenta e um mil reais)tendo comomtitular R2FC ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA;
-Um cheque da CAIXA ECONOMICA FEDERAL, no valor de R$99.993,14(noventa e nove mil novecentos e noventa e três reais e quatorze centavostendo comom titular R2F ENGENHARIA E ARQUITETURA LTDA;
-Um cheque do BANCO DO BRASIL,no valor de R$35.000,00(trinta e cinco mil reais)tendo como titular LINDOMAR ALENCAR PEREIRA;
-Comprovantes de vários depósitos datado 16.04.2015, tendo como conta favorecida COMERCIO DE C E P-JOYCE LTDA;
-Uma NOTA PROMISSORIA,no valor de R$30.000,00(trinta mil reais)emitida por RENATO COSTA MARREIRO;
-01(Uma) bolsa preta ; 01(uma) capa para documentos de veículos com inscrição “MARCOVEL VEICULOS”
-02(duas) chaves de veículo com chaveiro do BRADESCO;
-01(um) cartão de crédito VISA Itaú Uniclass;
APARELHOS ELETRÔNICOS
-Um aparelho de notebook,marca SAMSUBG,de cor branva;
-Uma fonte da marca SAMSING;
-Um aparelho de telefob e celular marca MULTILASER DUAL CORE;
DOCUMENTOS DIVERSOS
-Cópia de documentos do Ministério Publico Federal;
-Um instrumento particular de contrato, tendo como locadora NOSSO POSTO JOYCE II LTDA ME e Locatario M A LIBERIO & CIA LTDA;
-Uma escritura pública de compra e venda que nestas notas fazem Márcio Amado de nosso Posto Joyce II ltda ME;
-Uma procuração tendo como outorgante Benedito Ribeiro e sub estabelecido Wagner Policarpo Caldas Silva, e outros documentos referente a tal procuração;
-Documentos referentes a empresa Comercio De Derivado e Peproleo Joyce Ltda ME;
-Uma Agenda de Cor Presta;
-Uma Agenda de Cor Vermelha;
-Documentos Referentes A Bloqueio de Valor Junto ao Banco SANTANDER;
-Duas pastas de Cor Verde com Documentos diversos;
-Uma pasta Verde com escritura publica de compra e venda que faz Antônio Isaias Pereira Filho e sua esposa Maria de Faria Garcia Pereira, a Geraldo Valdonio Lima da Silva, do cartório do primeiro oficio extra judicial Luciane Castelo Branco Campos dos Santos de São José de Ribamar;
-Uma pasta verde contendo copias de documentos do cartório Alvim Brauna, e manuscrito “TERRENO BR-RUA BOMBA”;
-Uma pasta verde contendo documentos referentes a compra de um imóvel do valor de R$ 1.400 (hum milhão e quatrocentos mil reais);
-Uma pasta verde contendo copias de documento do cartório Alvim Brauna, e maniscruto “TERRENO – CASA BR”;

-Doze cópias de cheques do Banco do Brasil em valores diversos emitidos por J. Da S. Araújo Comercio;
-Duas copias de cheques do Banco do Brasil dos valores de R$ 1.060,000,00 (hum milhão e sessenta mil reais) e outro de R$ 1.500,000,00 (hum milhão de quinhentos mil reais), emitidos por Domingos Erinaldo Sousa Serra;
-Vinte e Três Cópias de cheques do Banco do Brasil em valores diversos emitidos pela Prefeitura Municipal de Santa Inês ICMS;
-Uma planilha da empresa Comercio Derivado de Petróleo Joyce Ltd;
VEÍCULOS
-Um veículo Hilux cor Branca, placa OXU-3244, São Luís MA;
-Um veículo Toytota Corola, cor branca, sem placas (novo), chassi 9brbdwhe9g0260366, de ano 2015/2016;
-Um cartão Mercedes Service Card referente ao veicula de placa NWU-3720, da empresa M. Cavalcante da Silva Serviços ME;
IMPORTÂNCIA EM DINHEIRO
-R$ 1,249,00 (hum mil duzentos e quarenta e nove reais)
CARTÕES DE DÉBIDO E CRÉDITO
-Cartão de crédito ouro card empresarial Banco do Brasil, tendo como titular ADJF Morais e Aurileia J Morais;
-Cartão de crédito ouro card empresarial do banco do brasil tendo como titular ADJF Morais e Josival C da Silva;
-Cartão de crédito Ouro Card Black Banco do Brasil tendo como titular Aurileia JMorais;
-Cartão de Crédito ouro Card internacional tendo como titular Rafaely JS Carvalho;
-Cartão de crédito Empresarial Banco do Brasil tendo como titular Creudiane S. Carvalho;
-Cartão de crédito empresarial Banco do Brasil tendo como titular Gasolios ST Terezinha – Rafaely Js Carvalho;
-Cartão de Crédito Ouro Card Empresarial Banco do Brasil tendo como titular M Cavalcante – Construserve Ltda;
-Cartão de Crédito Empresarial Banco do Brasil tendo como titular Nosso Posto Joyce – Rafaely JS Carvalho;
-Cartão de Crédito Ouro Card Platinum Banco do Brasil Aurileia JF Morais;
-Cartão de Crédito Ouro Card Internacional Banco do Brasil, Aurileia JF Morais;
-Cartão de Crédito Ouro Card Banco do Brasil tendo como titular Aurileia JF Morais;
-Cartão de Crédito empresarial da Caixa Econômica Federal tendo como titular Maria C da Silva e M Cavalcante ME;
-Cartão de Crédito Empresaial Caixa Econômica Federal tendo colo titular Rafaely S. Carvalho;
-Cartão de Poupança Caixa Econômica Federal tendo como titular Creudiane Sousa Carvalho;
-Cartão de Crédito Turismo Internacional da Caixa Econômica Federal tendo como titular Creudiane Carvalho;
-Cartão de Conta corrente da Caixa Econômica Federal tendo como titular M Cavalcante da Silva SER;
-Cartão de Crédito Empresaial da Caixa Econômica Federal tendo como titular Maria C da Silva e M Cavalcante S ME;
-Cartão da Conta Corrente Internacional da Caixa Econômica Federal tendo como titular Creudiane Sousa Carvalho;
-Cartão de Crédito Empresarial Bradesco tendo como titular Josival Cavalcante e M Cavalcante da Silva;
-Cartão de Crédito empresarial Bradesco tendo como titular Maria Cavalcante da Silva e MM Cavalcante da Silva Com;
-Cartão de Crédito Empresarial Bradesco tendo como titular Ilzenir Sousa Carvalho e Comercio de Derivados;
-Cartão de Crédito Empresarial Bradesco BNDS tendo com titular Josival da Silva e M Cavalcante da Silva;
-Cartão de Crédito Amrican Expres tendo com o titular Ilzenir Carvalho e Comercios Derivados;
-Cartão de Crédito BNDES tendo como titular A de JF Morais e Aurileia Morais;
-Cartão de crédito e debito Banco Safra tendo como titular Rafaely de Jesus SO;
-Cartão de crédito do Banco Itau tendo como titular ADJF Morais e Comercio;
-Cartão de crédito Banco Itau tendo como titular Josival Cavlcante Silva Cartão de Credito e Debito Banco Santander – Van GoGh tendo com titular Josival C da Silva.

Prefeito de São Luís lança programa de combate às drogas : Crack, é Possível Vencer!

O prefeito Edivaldo lançou nesta quarta-feira (20) o programa "Crack, é Possível Vencer!" que tem como objetivo ampliar a oferta dos serviços de saúde e assistência social aos usuários e dependentes da droga, em São Luís. O programa, idealizado pelo governo federal e executado pela Prefeitura em parceria com os governos estadual e federal, visa fortalecer as ações de prevenção, apoio ao usuário, segurança pública e capacitação. Na capital, o programa será desenvolvido em duas áreas críticas de consumo do crack: João Paulo e Centro Histórico.

"Vamos atuar fortemente no enfrentamento a esse sério problema de saúde pública, que assola o país e aqui não é diferente. Mas a Prefeitura de São Luis, por meio desse importante programa, vai dar sua parcela de contribuição no combate às drogas, em especial ao crack, entrando com prevenção, apoio social e de saúde nas áreas mais críticas de consumo da droga na nossa cidade ", disse Edivaldo.

Na solenidade de lançamento, ocorrida em frente ao Palácio de La Ravardière, o prefeito entregou os equipamentos que serão utilizados na ação. São duas viaturas, uma ambulância, duas motos, um microônibus de monitoramento das câmeras instaladas em todo o Centro Histórico, além de armas não-letais que serão utilizadas por 76 guardas municipais destacados para atuarem especificamente nessa ação.

Por meio das secretarias municipais da Criança e Assistência Social (Semcas), Segurança com Cidadania (Semusc) e Saúde (Semus), atuando de forma integrada, a Prefeitura vai promover ações com o intuito de aumentar a oferta de serviços de tratamento e atenção aos usuários e seus familiares, reduzir a oferta de drogas ilícitas por meio do enfrentamento ao tráfico e às organizações criminosas e promover ações de educação, informação e capacitação.

De acordo com o titular da Semusc, Breno Galdino, os guardas disponibilizados pela segurança municipal vão realizar rondas, diuturnamente, no Centro Histórico e no João Paulo. Os guardas foram capacitados no curso de Tópicos Especiais de Policiamento e Ações Comunitárias (Tepac) em que receberam noções de saúde pública direcionadas à área de psicologia, assistência social e psicotrópicos. Para monitorar a área, foram implantadas 20 câmeras que vão reforçar o trabalho de segurança preventiva.

"Sabemos que o avanço do uso de crack já se configura quase como uma epidemia no país. Por isso, o prefeito Edivaldo foi bastante incisivo no sentido de darmos máxima atenção e total empenho no combate a esse problema, em São Luís. O Centro Histórico é uma área já detectada como crítica no consumo de drogas, então estamos trazendo para dentro da área quase 80 guardas municipais capacitados, de forma que possamos realizar o trabalho preventivo e ostensivo, dando apoio também às demais secretarias envolvidas nesse trabalho", afirmou Galdino.

De acordo com a secretária municipal da Criança e Assistência Social, Andreia Lauande, o lançamento oficial do programa "Crack, é Possível Vencer!" marca um esforço empenhado pelo prefeito Edivaldo desde o início da gestão para trazer esse programa e intensificar as ações de combate ao problema na capital. "O crack já não é mais um problema apenas de segurança pública, ele é considerado uma questão social. Os dados apontam que a ação integrada para combater esta epidemia nacional é fundamental para termos sucesso no programa. Por isso, nossos serviços podem contribuir quando o vício afeta pessoas em vulnerabilidade social", frisou a secretária.

O programa é coordenado pelo Ministério da Justiça em parceria com os Ministérios da Saúde e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, da Educação e da Secretaria de Direitos Humanos. O programa é uma ação integrada que envolve três eixos de atuação: prevenção, cuidado e autoridade.

A Semcas participa do programa com serviços que já atendem à população de São Luís. Entre os serviços disponíveis está o Serviço Especializado em Abordagem Social, que realiza a abordagem e busca ativa para a identificação da incidência de trabalho infantil, exploração sexual de crianças e adolescentes e situação de rua. A atuação é estendida aos espaços públicos como praças, entroncamentos de estradas, terminais de ônibus, rotatórias e áreas degradadas.

Outra ação disponível nessa área é o Serviço Especializado para Pessoas em Situação de Rua. Ele é direcionado às pessoas que têm as ruas como espaço de moradia ou sobrevivência e funciona nos Centros de Referência Especializados para Pessoas em Situação de Rua (Centro Pop), de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.

A Semcas dispõe de dois Centros Pop. Um localizado na Beira-Mar (ao lado da Praça Maria Aragão) e o outro na Estrada de Ribamar, bairro Aurora. Ainda no atendimento à pessoa em situação de rua, a Semcas oferta o Abrigo Institucional, que é provisório e tem estrutura para receber, com privacidade, pessoas do mesmo sexo ou grupo familiar. O Abrigo Institucional fica localizado na Beira-Mar, ao lado do Centro Pop do Centro.

Equipe multidisciplinar da Secretaria Municipal de Saúde (Semus), constituída por médicos psiquiatras, enfermeiros, técnicos de enfermagem, terapeutas ocupacionais, psicólogos, assistentes sociais, farmacêuticos, fisioterapeuta, atenderão os pacientes depois que passarem pelo Centro Pop. O atendimento a estes pacientes será no Centro de Atenção Psicossocial de Álcool e Drogas (CAPS AD), localizado no Filipinho.