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sábado, 29 de julho de 2017

URGENTE! PRENDAM O TEMER EM FLAGRANTE!. Ele está neste momento cometendo o crime do art. 7º, 1, da Lei Federal 1079

O Palácio do Planalto decidiu mobilizar todo o primeiro escalão do governo para que os ministros trabalhem no corpo-a-corpo com deputados e ajudem a barrar a denúncia contra o presidente Michel Temer por corrupção passiva. A votação na Câmara está marcada para o próximo dia 2 de agosto.

O chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, enviou ofícios aos ministros pedindo que todos estejam em Brasília entre os dias 1º e 10 de agosto, informa o repórter Nilson Klava, da GloboNewsNo ofício, Padilha informa que a orientação do presidente é que os ministros evitem deixar a cidade nesse período.

A intenção do Planalto é que os ministros intensifiquem a agenda política e atendam às demandas dos deputados durante o período de "plantão".

Governo acelera liberação de emendas para parlamentares que lhe dão o voto para livrá-lo dos seus crimes.

Oposição diz que verba beneficia quem vai votar a favor de Temer na CCJ. Mas cortes bilionários no orçamento afetaram serviços de órgãos federais.

Dos R$ 4,1 bilhões das emendas individuais já empenhadas, R$ 3,5 bilhões foram para deputados e outros R$ 541 milhões para senadores. Segundo os dados do Siga Brasil, sistema de acompanhamento da execução orçamentária do Senado, até o último dia 19 de julho, o governo havia feito o empenho de R$ 4 bilhões em emendas individuais de deputados e senadores. A soma chega a R$ 4,2 bilhões quando somados os R$ 224 milhões das emendas das bancadas estaduais, também de caráter impositivo.

Temer está cometendo o vivo o crime de impedir por corrupção, o livre exercício do voto (liberando emendas para comprar votos).

O crime está previsto no art. 7º, 1, da LEI Nº 1.079/50, que define os crimes de responsabilidade do presidente da República e regula o respectivo processo de julgamento.

No dia mais intenso, 4 de julho, o peemedebista chegou às 8 horas ao Planalto e deixou o gabinete presidencial somente depois das 22h30, após receber 30 deputados. Às vésperas da votação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), na quinta-feira passada, Temer recebeu um total de 49 deputados, 27 na terça-feira e 22 na quarta-feira.

Dos 40 parlamentares que votaram a favor de Temer na CCJ, o presidente esteve com mais da metade deles: 26. Somente o deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG), autor do relatório contra a aceitação da denúncia, esteve quatro vezes no Planalto nesse período. No sábado, o tucano almoçou com o presidente no Palácio do Jaburu.

A chamada tropa de choque do governo também marcou presença constante no Planalto. O líder do PMDB, deputado Baleia Rossi (PMDB-SP), esteve 11 vezes no palácio; os três deputados líderes do governo – Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), André Moura (PSC-SE) e Lelo Coimbra (PMDB-ES) – também lideram a lista dos mais assíduos. Completam essa relação Carlos Marun (PMDB-MS), Beto Mansur (PRB-SP) e Darcísio Perondi (PMDB-RS), que neste domingo esteve com o presidente no Jaburu.

Acabou-se as algemas neste País?

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