Blog do Edgar Ribeiro: O populismo de Lula e a doença de muitos dos seus seguidores

quinta-feira, 29 de março de 2018

O populismo de Lula e a doença de muitos dos seus seguidores

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Que sentimento é esse que parte da população tem por Lula mesmo sabendo que ele e sua quadrilha causou um grande mal para o Brasil? 

Esse sentimento tem um nome e chama-se Síndrome de Estocolmo - uma doença desenvolvida por um transtorno mental. O nome “Síndrome de Estocolmo” é devido a um assalto ocorrido em Estocolmo, na Suécia, em 1973, onde quatro pessoas foram mantidas reféns e maltratadas por seis dias. Depois de liberados, os reféns desenvolveram a síndrome e defenderam e amenizaram a culpa dos sequestradores, o que acabou até em casamento. 

O mesmo aconteceu na relação entre Lula e boa parte dos brasileiros. Com uma política populista, que estabelece 

um vínculo emocional com o "povo", Lula primeiro “sequestrou” a classe através das bolsas-misérias para depois se esbaldar sobre o erário público através da quadrilha do PT descoberta pela Operação Lava Jato. 

“De 2003 a 2016, a quadrilha do PT, que teve Lula como “o grande idealizador”, recebeu R$ 1,485 bilhão em propinas. Desse valor, somente o ex-presidente Lula embolsou R$ 230,8 milhões das construtoras OAS e Odebrecht, como contrapartida por ter ajudado os negócios das empreiteiras em obras da Petrobras. Esse é o resumo da denúncia feita pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal (STF), e que enquadrou os dois ex-presidentes nos crimes de organização criminosa, como resultado do inquérito chamado de “quadrilhão do PT”. Foram denunciados também a senadora e presidente do PT Gleisi Hoffmann, o marido dela, o ex-ministro Paulo Bernardo, o ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, e mais três ex-ministros: Antônio Palocci, Guido Mantega e Edinho Silva”. 

Tudo isso está provado de cabo a rabo, mas parte da população acometida da doença “Síndrome de Estocolmo” pelo populismo implantado por Lula vem desenvolvendo cada maior afeição aos crimes do PT e do seu líder, o Lula da Silva. Ele inclusive faz uso deliberado desse transtorno mental coletivo de parte dos brasileiros para emplacar suas ideias e a pretensão maior, que é escapar da cadeia. 

Os especialistas explicam esse comportamento doentio em relação ao Lula. 

O comportamento de pacientes com essa síndrome sugere um instinto de sobrevivência inconsciente, em um gesto desesperado de preservação pessoal. O problema costuma surgir em situações psicologicamente traumáticas e os efeitos, geralmente, são preservados e as vítimas continuam a defender e a gostar de seus raptores mesmo depois de escapar do cativeiro. Hoje, sabe-se que os sintomas da síndrome de Estocolmo surgiam no relacionamento entre senhor e escravo e nos campos de concentração na Alemanha. Também é possível identificá-los nos casos de esposas agredidas por seus maridos, que mesmo em uma situação de perigo e sofrimento continuam amando e admirando o companheiro. 

Como já dito, o processo da síndrome ocorre sem que a vítima tenha consciência. Assustadoramente, a mente parece desenvolver uma estratégia ilusória para proteger a saúde psicológica da vítima. O afeto e identificação emocional com o sequestrador preservam a vítima da realidade perigosa e violenta”. 

O Lula desenvolveu uma política ilusória tamanha perante analfabetos e ignorantes políticos capaz dele matar alguém na frente deles e ainda assim negarem que isso aconteceu. Isto porque “o processo da Síndrome de Estocolmo ocorre sem que a vítima tenha consciência”, conforme explica a Medicina.

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